Michel Laub

Categoria: Outros

Fim de semana

Uma reportagem – Allan de Abreu sobre o PCC na Piauí.

Um livro de provocação – Manifesto Contrassexual, Paul B.Preciado (N-1, 224 págs.).

Um documentário médio/bom – The Reagan Show, Sierra Pettengill e Pacho Velez.

Um médio/médio – A Verdade sobre Marlon Brando, Stevan Riley.

Um disco – Deus é Mulher, Elza Soares.

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Fim de semana

Um livro – Que emoção! Que emoção?, Georges Didi-Huberman (34, 72 págs.).

Um artigo – A relação entre liberalismo econômico e fascismo (aqui).

Uma exposição – Conflitos brasileiros, IMS.

Uma montagem irregular – Extinção, Denise Stocklos.

Uma série ok  – Bobby Kennedy para Presidente, Dawn Porter.

Fim de semana

Um livro – Strangers in Their Own Land, Arlie Russell Hochschild (The New Press, 368 págs.).

Um livro de fotografia – Sleeping by the Mississippi, Alec Soth (Mack, 120 págs.).

Um livro de contos – Reserva Natural, Rodrigo Lacerda (Companhia das Letras, 184 págs.).

Um ensaio – Jonathan Franzen sobre o gênero ensaio (e o aquecimento global, e a esquerda) na Serrote.

Um filme – O Cavalo de Turim, Béla Tarr.

Fim de semana

Uma exposição – Mira Schendel no MAM.

Um romance – A Tirania do Amor, Cristovão Tezza (Todavia, 176 págs.).

Um livro de contos – O Sol na Cabeça, Giovani Martins (Companhia das Letras, 120 págs.).

Um documentário – Panteras Negras: a Vanguarda da Revolução, Stanley Nelson.

Um filme meio bobo – Baseado em Fatos Reais, Roman Polanski.

Acrobatas e Leviatãs

Celso Rocha de Barros sobre o livro How Democracy Ends, de David Runciman, na Piauí:

“Runciman vê paralelos entre o período atual de crise democrática e a última década do século XIX, marcada por movimentos populistas, teorias da conspiração, mudanças tecnológicas, desigualdade crescente, e a falta de uma guerra (que ofereceria uma experiência de trauma coletivo semelhante àquela que o populismo encena).

Aquela crise da democracia deu origem a uma espetacular era de reformas, em que se consolidaram as duas bases de sustentação da democracia: a garantia de prosperidade futura, conseguida por meio da combinação entre capitalismo e estado de bem-estar social, e o reconhecimento da dignidade individual, pelo respeito aos direitos individuais e o direito ao voto. Nos lugares em que a democracia conseguiu se consolidar, a crise da democracia do final do século XIX a fez ressurgir mais forte do que nunca.

A crise atual, entretanto, dificilmente será resolvida como a do século XIX. Não há como expandir o estado de bem-estar social indefinidamente, e, nos países desenvolvidos, o direito ao voto é universal. Se esses limites já não bastassem, há uma outra característica, bastante particular, específica dos dias atuais, segundo Runciman: os problemas colocados diante da sociedade moderna talvez estejam se tornando ou grandes demais ou pequenos demais para serem resolvidos pela governança democrática.

Por um lado, há uma série de ameaças existenciais pairando sobre a espécie: o risco de guerra nuclear, o risco de catástrofe ambiental, e, talvez, em um futuro não tão distante, o risco de subjugação pela tecnologia.

Não é claro que a democracia consiga lidar bem com esses problemas de grande escala. Os governos democráticos deixaram o problema do aquecimento global chegar a um ponto em que talvez não seja mais possível evitar uma catástrofe. Poderíamos ter votado por limites ao nosso próprio consumo, mas, até agora, não votamos. Da mesma forma, devemos mesmo dar a Donald Trump o poder de destruir o mundo apertando um botão? Mas, se não o fizermos, quem deve ter esse poder? Os generais americanos provavelmente são mais confiáveis do que Trump, mas o quão confiáveis eles são?

Da mesma forma, há um risco real de que a mudança tecnológica comprometa a democracia. O caso mais evidente é a possibilidade de aprimoramento genético para quem puder pagar. Se os filhos dos ricos forem programados para serem superinteligentes ou supertalentosos, será que a igualdade jurídica ainda vai significar a mesma coisa? As possibilidades abertas pela tecnologia podem ser fascinantes: um futuro de automação total em que passemos nossa vida nos divertindo, por exemplo. Mas também podem ser terríveis – uma ditadura de super-homens geneticamente aprimorados, uma vida social destruída pela virtualidade e pela fragmentação da identidade que ela traz. Ainda não temos instrumentos analíticos para prever sequer que problemas teremos nesse front.

Essas ameaças grandes demais para a democracia transferem poder aos tecnocratas e outros tipos de especialistas, que, cada vez mais, também controlam áreas importantes da vida social, como a gestão macroeconômica. Isto é, a participação na gestão dos benefícios de longo prazo do desenvolvimento é cada vez menos decidida democraticamente.

E não basta simplesmente injetar o ruído da democracia na gestão tecnocrática: isso pode funcionar quando o problema é a insensibilidade social ou a inércia dos especialistas, mas e se a gestão do problema exigir o mínimo de turbulência possível? O acrobata será beneficiado se o público começar a urrar sua desaprovação no meio do trajeto? Como saber o que é insensibilidade e inércia e o que, de fato, exige deixar o acrobata em paz? Não é uma questão simples. Naturalmente, todo sujeito inerte e insensível vai mentir que é acrobata.

Por outro lado, a dimensão “dignidade pessoal” da democracia – o respeito aos direitos individuais e à livre expressão dos cidadãos – é cada vez mais privatizada, e cada vez mais deriva para o anarquismo das redes sociais. E esse espírito ultrademocrático das redes sociais, se tem um lado bom evidente, também traz riscos significativos. Runciman lembra que Tocqueville via nos linchamentos americanos uma manifestação deformada do espírito democrático: a maioria se sente autorizada a descontar suas frustrações nas minorias vulneráveis. Na democracia moderna esses impulsos são domesticados pelas instituições, pela presunção de inocência, pelos direitos das minorias. Mas ainda não há nada disso na democracia das redes. Na frase de Runciman, ‘nós não linchamos mais; a não ser no Twitter’.

O tipo de individualidade formado pelo anarquismo das redes sociais também desfavorece a política democrática. No Facebook, no Instagram ou no Twitter, as pessoas se acostumam a ter gratificações imediatas, na forma de likes, compartilhamentos, retuítes, comentários. A democracia representativa funciona de outra forma: não gera gratificação imediata, e, como nota Runciman, não foi feita para fazê-lo. O ritmo mais lento dos compromissos partidários, dos procedimentos parlamentares, das negociações e acordos, deveria servir de contrapeso aos vieses cognitivos que nos tornam míopes. Os partidos políticos, em especial, deveriam administrar esse processo de avanços e tréguas, o tempo longo do compromisso.

Daí a tendência recente à substituição do partido – incapaz de gerar gratificações imediatas – pelo movimento. O Podemos da Espanha começou como movimento, o En Marche! de Emmanuel Macron foi criado em torno de seu líder, e o trabalhismo de Jeremy Corbyn representou a tomada do Partido Trabalhista por um movimento. Esses movimentos, para Runciman, são como o Facebook: combinam máxima horizontalidade – as redes, a espontaneidade etc. – com lideranças fortemente verticais. O Facebook é uma rede horizontal, sem dúvida, mas é também, no fim das contas, o brinquedo do Mark Zuckerberg. É ele quem decide as regras do jogo, e as modifica como e quando quer. O mesmo vale para Macron no En Marche!

A conclusão do livro é a de que só a política pode resgatar a política. É preciso que as tentativas de manipulação tecnológica e o poder do mercado sejam enfrentadas por políticos com coragem de desafiar fortíssimos interesses econômicos. O próprio mercado global é uma máquina que saiu de controle, e — – como no New Deal, em reação à crise econômica da década de 30 – a solução é simples: só o exercício do poder político pode limitar o poder do mercado ou da técnica. Só o antigo Leviatã pode enfrentar o novo Leviatã.”

Fim de semana

Um romance – Léxico Particular, Natalia Ginzburg (Companhia das Letras, 254 págs.).

Um livro jurídico – Memória e Esquecimento na Internet, Sérgio Branco (Arquipélago, 208 págs.).

Um ensaio – Celso Rocha de Barros sobre democracia na Piauí.

Outro – Ricardo Teperman sobre rap e MPB na Serrote 25 (aqui).

Um filme – Aos Teus Olhos, Carolina Jabor.

Fim de semana

Uma série – Wild Wild Country.

Um disco – Every Country’s Sun, Mogwai.

Uma exposição no Tomie Ohtake – Cecily Brown.

Outra – Paulo Pasta.

Um perfil – Marianne Elliott e a nova montagem de Angels in America (aqui).

Fim de semana

Um filme – Projeto Flórida, Sean Baker.

Um documentário – Torquato Neto – Todas as Horas do Fim, Eduardo Ades e Marcus Fernando

Um livro – Marlene Dumas: the Image as Burden (Tate/D.A.P., 176 págs.).

Uma novela média – Pinball, 1973, Haruki Murakami.

Um ensaio de provocação – Literatura de Esquerda, Damián Tabarovsky (aqui).

Fim de semana

Um artigo – O fim do liberalismo racial nos EUA (aqui).

Uma reportagem – O desastre estratégico da intervenção no Rio (aqui).

Um livro – Citizen, Claudia Rankine (Graywolf Press, 174 págs.).

Uma exposição – Erwin Olaf no MIS.

Um disco – Beneath the Redwoods, Morrison Kincannon.

Notas sobre o fígado

Um livro bom pode demorar a se revelar, em dezenas ou centenas de páginas de aparência apenas competente. Já a ruindade literária é imediata: meia dúzia de frases são suficientes para percebermos o amadorismo de um texto.

Integrar júris de prêmios para escritores, como fiz algumas vezes nos últimos anos, é reafirmar essa norma com poucas exceções. Ali está o grosso da produção ficcional do país, em diversos níveis de acabamento. No extinto Talentos da Maturidade, do Santander – voltado para candidatos acima dos 60 anos, diletantes em sua quase totalidade –, não era incomum encontrar na categoria conto uma oração de agradecimento a Jeová ou uma carta de saudades a uma tia morta. Já no do Sesc, que reúne concorrentes inéditos com mais noção de caminho artístico e profissional, as principais fontes de emulação do cânone brasileiro – Guimarães Rosa, Clarice Lispector, Rubem Fonseca – e discursos emprestados de fontes não literárias – como o jornalismo e a autoajuda – ainda são um parâmetro seguro para a eliminação rápida de candidatos.

As coisas se tornam mais complexas em concursos de livros publicados. Em 2015, fui um dos dez jurados da etapa inicial do Prêmio São Paulo de Literatura, que distribuiu 400 mil reais em três categorias de autores cujos romances saíram em 2014. Um cachê de 4 500 reais foi pago para que eu avaliasse 215 títulos em pouco menos de dois meses, e a aparente impossibilidade da tarefa é desmentida pela norma da ruindade: uma triagem sem grande esforço fez sobrar sessenta deles. Dos sessenta, separei 25 ou 30, muitos dos quais eu já havia lido no ano anterior, para olhar mais de perto. Numa reunião, somam-se as notas de cada juiz, faz-se uma média, debate-se uma ou outra controvérsia e tem-se um ranking cujos primeiros colocados – dez não estreantes, sete estreantes com mais de 40 anos, quatro estreantes até 40 – viram finalistas. Na etapa seguinte, um outro júri, do qual não participei, decidiu os vencedores.

Trecho inicial de texto que publiquei na revista Piauí, edição de março. Íntegra para assinantes: https://goo.gl/3LmEH2

Fim de semana

Uma revista – Baiacu.

Um filme – O artista do Desastre, James Franco.

Outro – Get Out, Jordan Peele.

Um curta – Nelson Cavaquinho, Leon Hirszman (aqui).

Uma releitura Diário de um Ladrão, Jean Genet (Rio Gráfica, 260 págs.).

Fim de semana

Uma reportagem – Os russos e a crise no Facebook (aqui).

Um artigo – Shakespeare, plágio e reinvenção (aqui).

Um filme – O Sacrifício do Cedro Sagrado, Yorgos Lanthimos.

Outro – All the Money in the World, Ridley Scott.

Um documentário – O Homem do Jornal: a vida de Ben Bradlee, John Maggio.

Fim de semana

Uma exposição – Histórias da Sexualidade, MASP.

Uma montagem – O Rio, Sesc Consolação.

Um filme – O Destino de uma Nação, Joe Wright.

Um documentário – One of Us, Heidi Ewing e Rachel Grady.

Um romance – Pretérito Imperfeito, Bernardo Kucinski (Companhia das Letras, 152 págs.).

Ouvido e cultura

Sidarta Ribeiro sobre A Vida Secreta da Mente, de Mariano Sigman (Objetiva, 288 págs.), na edição de novembro da Quatro Cinco Um:

“O exame da evidência empírica mais robusta quase sempre resulta na quebra dos preconceitos e das expectativas construídas pelo senso comum. Sigman desconstrói, por exemplo, a noção de talento como dom inato que pode até ser desperdiçado, mas jamais é conquistado com doses adequadas de esforço. O ouvido absoluto (capacidade de identificar notas musicais sem ter um tom de referência) é uma valiosa raridade no Ocidente, mas chega a ser comum em chineses e vietnamitas. Pesquisas da neurocientista inglesa Diana Deutsch mostram que a origem dessa diferença é cultural. A maior parte das crianças pequenas tem ouvido quase absoluto, mas nas populações ocidentais essa capacidade se atrofia por falta de uso, exceto em crianças expostas à música desde muito cedo. Em vários povos orientais, as línguas codificam significados também de acordo com a prosódia, ou seja, mudam de sentido conforme o tom. Mesmo crianças chinesas e vietnamitas não expostas à música tendem a manter a capacidade de distinguir tons pela prática da linguagem, facilitando enormemente o trabalho dos caçadores de talento nos conservatórios.”

Fim de semana

Um filme – The Meyerowitz Stories, Noah Baumbach.

Um documentário meio egóico – Jim & Andy: The Great Beyond, Chris Smith.

Um ensaio de 1975 – Susan Sontag sobre Leni Riefenstahl (aqui).

Uma novela – Glaxo, Hernán Ronsino (Ed 34, 77 págs.).

Um livro de poemas – A Orca no Avião, Sofia Mariutti (Patuá, 71 págs.).

Um judeu vê filmes nazistas

Em suas memórias sobre a Fatwa, decreto religioso que o condenou à morte por ter escrito um romance supostamente blasfemo contra o Islã, Salman Rushdie chamou os dez anos em que precisou viver escondido de “batalha entre a mente literal e a mente irônica”. É uma boa definição: o contrário das certezas do fanatismo seria um recurso cuja essência – dizer algo diferente do que parece estar sendo dito – é um convite à nuance, à dúvida que faz avançarem inteligência e sensibilidade.

Seria tentador usar esse exemplo para ridicularizar quem se indignou com a programação recente de instituições culturais no país – evangélicos, um ex-ator pornô e Senhoras de Santana disfarçadas de liberais. Afinal, ver estímulo à pedofilia num quadro que traz a frase “criança viada” (Santander Cultural/Porto Alegre), ou um ato sexual numa menina acompanhada da mãe que toca o braço de um homem nu cercado de outras pessoas num museu (MAM/SP), entre tantos outros exemplos, é só entender as coisas por um valor de face adaptado à estupidez do observador.

Mais interessante, porém, é levar o caso a sério em seus próprios termos. Um dos subtextos dos protestos reafirma uma verdade que andava esquecida: a de que algumas das batalhas centrais na determinação da mentalidade de uma época estão, sim, no campo simbólico da representação estética. Se a arte voltou a ser perigosa, é porque voltou a ser relevante.

Trecho inicial de texto que publiquei na Folha de S.Paulo, 19/11/2017. Íntegra aqui.

Fim de semana

Um filme – Borg Vs McEnroe, Janus Metz Pedersen.

Outro – Gabriel e a Montanha, Fellipe Barbosa.

Um livro – O Palácio da Memória, Nate DiMeo (Todavia, 253 págs.).

Outro – A Glória e seu Cortejo de Horrores, Fernanda Torres (Companhia das Letras, 216 págs.).

Um texto – Marcel Cohen sobre coincidências na Piauí.

Fim de semana

Um artigo – Hermano Vianna sobre inteligência artificial (aqui).

Outro – Joan Acocella sobre Lutero (aqui).

Um filme – Churchill, Jonathan Teplitzky.

Um filme ok – O Formidável, Michel Hazanavicius.

Um livro – A vítima tem sempre razão?, Francisco Bosco (Todavia, 208 págs.).

Fim de semana

Um livro – Imunidade, Eula Biss (Todavia, 206 págs.).

Uma exposição de madrugada – The Clock, IMS.

Um filme ok – Blade Runner 2049.

Um filme melhor – Blade Runner 1.

Um disco – Campos Neutrais, Vitor Ramil.

Fim de semana

Uma exposição – Robert Frank no IMS.

Outra – Kohei Nawa na Japan House.

Um posfácio – Paulo Henriques Britto na nova edição de O Som e a Fúria (Companhia das Letras, 376 págs.).

Uma peça – Ala dos Criados, Mauricio Kartum.

Um disco – Pleasure, Feist.

Fim de semana

Um disco – Hiss Spun, Chelsea Wolfe.

Um documentário – Oasis: Supersonic, Mat Whitecross.

Um filme de 1981 – The Decline of Western Civilization (1), Penelope Spheeris.

Um filme pretensioso – Mãe!, Darren Aronofsky.

Um prédio – IMS Paulista.

Fim de semana

Um livro – Sobre Gatos, Doris Lessing (Autêntica, 192 págs.).

Um ensaio – Antonio Engelke sobre identitarismo, na Piauí.

Um vídeo – Rock Grande do Sul 30 anos depois (aqui).

Um filme médio – Norman, Joseph Cedar.

Um filme ruim – O Círculo, James Ponsoldt.

Fim de semana

Um romance – O Vendido, Paul Beatty (Todavia, 320 págs.).

Um ensaio de provocação – Teoria King Kong, Virginie Despentes (N-1 Edições, 128 págs.).

Um filme simpático – O Filme da Minha Vida, Selton Mello.

Outro – The Invention of Lying, Ricky Gervais.

Um artigo – Fake news na época da invenção do rádio (aqui).

Fim de semana

Um filme – Bingo, o Rei das Manhãs, Daniel Rezende.

Um filme pretensioso – De Canção em Canção, Terrence Malick.

Um livro – As Perguntas, Antonio Xerxenesky (Companhia das Letras, 184 págs.).

Um projeto – Sesc 24 de maio.

Um depoimento – Ruy Castro sobre alcoolismo (aqui).

Fim de semana

Uma HQ – Aqui, Richard McGuire (Companhia das Letras, 304 págs.).

Uma peça – Marte, você está aí?, Silvia Gomez.

Um filme – O Apartamento, Asghar Farhadi.

Outro – Afterimage, Andzrej Wajda.

Um vídeo – Charlottesville na Vice/HBO (aqui).

Fim de semana

Um filme – Wizard of Lies, Barry Levinnson.

Outro – Dunkirk, Christopher Nolan.

Uma exposição no Masp – Toulouse Lautrec.

Outra (com vidros que refletem) – Miguel Rio Branco.

Um obituário – Maria Emilia Bender sobre Elvira Vigna na Piauí.

Fim de semana

Um documentário – Metallica: Some Kind of Monster, Joe Berlinger e Bruce Sinofsky.

Um filme ruim – O Contador, Gavin O’Connor.

Uma série de culinária – Anthony Bourdain.

Uma peça – Jó ou a Tortura pelos Amigos, Fabrice Hadjaj (É Realizações, 80 págs.).

Uma releitura – O Instante Contínuo, Geoff Dyer (Companhia das Letras, 304 págs.).

Fim de semana

Uma série – Hip Hop Evolution.

Uma série ruim sobre o mesmo tema – The Get Down.

Um documentário – American Anarchist, Charlie Siskel.

Outro – Janis: Little Girl Blue, Amy Berg

Uma coletânea – Extras e gravações alternativas de Vauxhal and I, de Morrissey (aqui).

Fim de semana

Um disco – No Home of the Mind, Bing and Ruth.

Um filme simpático – Paterson, Jim Jarmusch.

Outro – O Cidadão Ilustre, Mariano Cohn e Gastón Duprat.

Uma série de depoimentos – Como a Guerra dos Seis Dias mudou a religião (aqui).

Uma série de fotos – Nazistas nos EUA, anos 30 (aqui).

Fim de semana

Uma releitura – Luz em Agosto, William Faulkner (Cosac Naify, 440 págs.).

Outra – William Faulkner na Paris Review (aqui).

Um artigo – JM Coetzee e a religião (aqui).

Um filme – David Brent: Life on The Road, Ricky Gervais.

Uma nova temporada – Twin Peaks.