Michel Laub

Mês: junho, 2013

Fim de semana

Um Sesc – Santo Amaro.

Um programa no Netflix – Classic Albums.

Um livro – O que os cegos estão sonhando, Noemi Jaffe (Ed 34, 240 págs.).

Um livro de fotografia – As construções de Brasília – Gautherot, Peter Scheier e Thomaz Farkas (IMS, 239 págs.)

Um prato – Bolinho de feijoada.

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Egopress

1) Nesta quinta, 37/6, às 20h, participo de um debate no Sesc Santo Amaro, com Josélia Aguiar, Miguel Sanches Neto e Andrea Del Fuego, sobre livros, Twitter etc.

2) Dia 5/7, 16h, na Casa de Cultura de Paraty (programação paralela da Flip), estarei numa mesa sobre literatura e tradução com Dominique Nédellec (tradutor francês do Diário da Queda), Ronaldo Wrobel e Vincenzo Barca.

Ironia e protestos

Texto publicado na Folha sexta passada, 21/6, e escrito na quarta, 19/6. Sem muita serventia a esta altura, mas enfim: http://goo.gl/tZRfk

Fim de semana

Uma HQ – Campo em branco, Emilio Fraia e DW (Quadrinhos na Cia., 176 págs.).

Um perfil – A médica de Curitiba na Piauí.

Uma reestreia no teatro – Rabbit, Companhia Delas.

Um lugar para tomar Colorado em Ribeirão Preto – Cervejarium

Um sagu em Porto Alegre – Komka.

Links

– Documentários online: http://documentaryheaven.com/

– Dicionário de emoções ainda não catalogadas: http://the-emotionary.com

– Privacidade e o argumento do “nada a esconder”: http://goo.gl/7AQmr, via @trasel

– Nate Silver sobre segurança e estatísticas: http://goo.gl/bWKmE

– Memória, plágio e plágio inconsciente, por Oliver Sacks: http://goo.gl/yvKeq

– Vida, obra e opiniões de Céline: http://goo.gl/lcsGm

– Casais: http://goo.gl/zNzeJ

– Fotos embaixo d’água: http://goo.gl/whPM8

– A negociação de Neymar: http://goo.gl/UzjCB. E um perfil antigo de Wagner Ribeiro: http://goo.gl/rjWGb

– Roda Viva com Paulo Mendes da Rocha: http://goo.gl/bGFbv

– Londres em cores, 1927: http://goo.gl/hi4eW

– Bastidores de ‘Morangos silvestres’ (em cores, via Spuldar): http://goo.gl/2xAHy

– Em defesa dos hipsters: http://goo.gl/w5PI9

– Liberalismo, neoliberalismo, Foucault e utopia: http://goo.gl/g0Q3A

– Sobre imprensa cultural brasileira: http://goo.gl/RQKpy

– Por que Hilda Hilst foi morar no sítio dos 90 cachorros: http://goo.gl/9Yooj

– O ‘plano de contingência’, incluindo discurso de Nixon, para o caso de desastre na missão à Lua em 1969: http://goo.gl/VYxbB

Morte (e vida) dos sentimentos

Num texto antigo, cômico e triste sobre a indústria dos “filmes adultos” (http://goo.gl/oMhkw), Martin Amis define uma das características da pornografia: a capacidade de identificar, e então explorar de forma vil e inapelável, o que o leitor-espectador-consumidor deseja. É uma longa dança da sedução, para usarmos uma metáfora óbvia sobre o tema, um cardápio imenso de assuntos, registros e abordagens até que o sujeito(a) descubra, aos 13 ou 70 anos, no canto de uma foto, em dez segundos de um filme, aquilo de que realmente gosta.

Publicado na Folha de S.Paulo em 7/6/13. Íntegra aqui.

Fim de semana

Uma biografia – O trovador solitário, Arthur Dapieve (Relume Dumará, 183 págs.).

Um filme – Faroeste caboclo, René Sampaio.

Um documentário chapa-branca – Crazy Wisdom, Johanna Demetrakas.

Um purê que já foi maior e mais crocante – Baalbek.

Um ensaio – Christy Wampole sobre o gênero ensaio (aqui).

Segredos que não interessam

Cada pessoa tem sua escala de valores, que obedece tanto a princípios elevados quanto ao bom e velho fígado. Na minha, quem vaza correspondência privada é a escória. Não há vingança conjugal, surto psicótico ou senso infantil de justiça que desculpe esse que é o mais covarde dos ataques. Algo que acompanhará o atingido para sempre, sem chance de defesa do que muitas vezes parece ser –e nem sempre é– uma confissão vexaminosa.

Publicado na Folha de S.Paulo, 24/5/13. Íntegra aqui.