Michel Laub

Categoria: Música

Fim de semana

Um livro – Quando deixamos de entender o mundo, Benjamin Labatut (Todavia, 176 págs.).

Um doc/show – Shut Up and Play the Hits, Will Lovelace e Dylan Southern.

Um doc médio – Reading Susan Sontag, Nancy Kates.

Uma conversa – Susan Sontag e John Berger sobre ficção (aqui).

Uma entrevista – Robert Karo sobre biografias (aqui).

Fim de semana

Uma palestra – Lourenço Mutarelli sobre desenho e narrativa (aqui).

Um disco – Avenida Angélica, Vitor Ramil.

Um filme convencional – King Richard, Reinaldo Marcus Green.

Um filme de 1985 – Debaixo do Vulcão, John Huston.

Um livrinho – How to Start Writing (and When to Stop), Wislawa Szymborska (New Directions, 96 págs.).

Fim de semana

Uma exposição – Adriana Varejão, Pinacoteca.

Outra – Beth Slamek, Galeria Pilar.

Um filme curioso – Andarilho, Cao Guimarães.

Uma reportagem – Clarissa Levy sobre o Ifood (aqui).

Uma entrevista em duas partes – Carlos Eduardo Miranda por Thunderbird (aqui e aqui).

Fim de semana

Uma série no Netflix – Trilogia Kanye.

Outra – Diários de Andy Warhol.

Um livro para consultar – Diários de Andy Warhol (L&PM, 851 págs.).

Um romance – Os Coadjuvantes, Clara Drummond (Companhia das Letras, 108 págs.).

Um filme médio – Quebrando o Gelo, Peter Flinth.

Fim de semana

Uma reportagem – Sabrina Tavernise sobre os refugiados da Ucrânia (aqui).

Uma entrevista – Antonio Gelis filho sobre Putin e a Rússia (aqui).

Outra – Paulo Cesar Araújo sobre Roberto Carlos (aqui).

Um texto de 1972 – Pauline Kael sobre O Poderoso Chefão (aqui).

Uma reprise – A Professora de Piano, Michael Haneke.

Fim de semana

Um filme – Licorice Pizza, Paul Thomas Anderson.

Um livro de contos – Visão Noturna, Tobias Carvalho (Todavia, 119 págs.).

Um podcast – 50 anos do Clube da Esquina (O Assunto).

Uma entrevista – Sérgio Miceli sobre Drummond e o Modernismo (Ilustríssima Conversa).

Uma entrevista sombria – Vladimir Putin a Oliver Stone (Nocaute).

Fim de semana

Uma releitura – Confissões de uma Máscara, Yukio Mishima (Companhia das Letras, 225 págs.).

Um filme – Drive My Car, Ryusuke Hamaguchi.

Um filme ok – Spencer, Pablo Larraín.

Uma exposição em São Paulo – Tunga.

Uma entrevista – Eddie Vedder no NYT (aqui).

Fim de semana

Um livro – As Raízes do Romantismo, Isaiah Berlin (Fósforo, 256 págs.).

Uma releitura – Pela Noite, Caio Fernando Abreu.

Um filme de 1978 – Tudo Bem, Arnaldo Jabor.

Um de 2009 – Viajo Porque Preciso, Volto Porque te Amo, Karim Ainouz e Marcelo Gomes.

Um de 2005 – The Devil and Daniel Johnston, Jeff Feuerzeig.

Fim de semana

Um lugar em São Paulo – Museu Judaico.

Um filme – The Tragedy of Macbeth, Joel Coen.

Outro – Tick, Tick… Boom, Lin-Manuel Miranda.

Uma entrevista boa a partir da metade – Guilherme Arantes no B3.

Uma releitura – Como Vencer um Debate sem precisar ter Razão, Arthur Schopenhauer (Topbooks, 258 págs.).

Fim de semana

Um documentário – Get Back, Peter Jackson.

Um filme – Ataque dos Cães, Jane Campion.

Outro – Casa Gucci, Ridley Scott.

Um texto – Max Norman sobre W.G. Sebald (aqui).

Um livro – Caro Michele, Natalia Ginzburg (Companhia das Letras, 194 págs.).

Fim de semana

Um ensaio – Survival of the Fireflies, Georges Didi-Huberman (Univocal, 112 págs.).

Um ensaio para reler – O artigo dos Vagalumes, Pier Paolo Pasolini.

Um livro de contos – Erva Brava, Paulliny Tort (Fósforo, 104 págs.).

Um podcast – Sam Anderson sobre Laurie Anderson no The Daily.

Um disco – Apocalip se, Zé Nigro.

Fim de semana

Um disco – Síntese do Lance, Jards Macalé e João Donato.

Outro – Meu Coco, Caetano Veloso.

Uma exposição em Berlim – Suely Torres, Donnerstag Gallery.

Um doc pior que o seu tema – The Most Beautiful Boy in the World, Kristina Lindström e Kristian Petri.

Um filme – Adults in the Room, Costa-Gavras.

Fim de semana

Um documentário – The Velvet Underground, Todd Haynes.

Um livro – O Conto não Existe, Sérgio Sant’Anna (Cepe, 228 págs.).

Um trecho – Diários de Patricia Highsmith (aqui).

Um podcast – Juliana de Albuquerque e Isadora Sinay sobre Philip Roth (aqui).

Uma série – Succession.

Fim de semana

Um festival – Berlin Art Week.

Uma programação no festival – Planetário.

Um disco de 2019 – Pang, Caroline Polachek.

Um disco de 2018 – Cavala, Maria Beraldo.

Um livro – Qualquer lugar menos agora, JP Cuenca (Record, 240 págs.).

Fim de semana

Um documentário – Woodstock 99, Garret Price.

Outro – Das War Thomas Bernhard (aqui).

Um livro – Discurso sobre a Metástase, André Santana (Todavia, 216 págs.).

Um texto – Sarah E. Bond e Joel Christensen contra o mito do herói (aqui).

Uma série de fotos – Nova York e o pós-pandemia (aqui).

Fim de Semana

Um disco – Happier Than Ever, Billie Eillish.

Um texto – Donna Ferguson sobre a biografia de WG Sebald (aqui).

Um livro – Susan Sontag: The Complete Rolling Stone Interview, Jonathan Cott (Yale University Press, 145 págs.).

Uma entrevista – Camila Rocha sobre a nova direita brasileira (aqui).

Um filme – As Estátuas Também Morrem, Chris Marker e Alain Resnais.

Fim de semana

Um texto – Bolsonaro e os judeus, por Fábio Zuker e Pedro Beresin (aqui).

Uma entrevista – Rosa Freire Aguiar sobre Celso Furtado (aqui).

Uma conversa – Luís Augusto Fischer e Nelson Coelho de Castro (aqui).

Um disco lançado agora – Umbigos Modernos (1988), Nelson Coelho de Castro.

Um romance – O Riso dos Ratos, Joca Reiners Terron (Todavia, 208 págs.).

Fim de semana

Um disco – Convocations, Sufjan Stevens.

Um museu em Berlim – Humboldt Forum.

Um livro – A Vida dos Outros e a Minha, Claudia Cavalcanti (Cultura e Barbárie, 112 págs.).

Um texto – Leonardo Padura sobre Cuba (aqui)

Uma entrevista – Ana Penido e Suzeley Kalil sobre o Partido Militar (aqui).

Fim de semana

Um debate – Eduardo Coutinho, João Moreira Salles e Eduardo Escorel sobre Shoah (aqui).

Outro – Ariella Azoulay e Lilia Schwarcz sobre fotografia (aqui).

Um disco ­– As the Love Continues, Mogwai

Um filme – Nomadland, Chloé Zaho.

Um filme legalzinho – Father, Florian Zeller.

Fim de semana

Um disco – G_d’s Pee AT STATE’S END!, God Speed You! Black Emperor.

Outro – Kids, Noga Erez.

Um documentário ok – Marginal Alado, Felipe Novaes.

Um podcast – Caminhando com Leonardo Fróes, 451.

Um livro – O Ar que me Falta, Luiz Schwarcz (Companhia das Letras, 200 págs.).

Fim de semana

Um podcast – Wind of Change, Patrick Radden Keefe.

Um documentário simpático – Daguerréotypes, Agnés Varda.

Um disco – Carnage, Nick Cave.

Um artigo – Richard Brody sobre Claude Lanzman (aqui)

Um romance – Vista Chinesa, Tatiana Salem Levy (Todavia, 112 págs.).

Fim de semana

Um documentário – Zappa, Alex Winter.

Um documentário em duas partes – Philip Roth Unleashed, Sarah Aspinall (aqui).

Um debate – Ciro Gomes x André Lara Resende (aqui).

Um romance – Os Tais Caquinhos, Natércia Pontes (Companhia das Letras, 144 págs.).

Um ensaio – Colin Vanderburg sobre rock e cultura negra (aqui).

Fim de semana

Um livro – Meu Anjo da Guarda tem Medo do Escuro, Charles Simic (Todavia, 112 págs.).

Um documentário – Professor Polvo, James Reed e Pippa Ehrlich.

Um filme de 2013 – Museum Hours, Jem Cohen.

Uma entrevista – Mayrton Bahia (aqui).

Um disco – Tocar em Flores Pelado, Gabrre.

Algo que não foi feito ainda

Numa entrevista de Caetano Veloso ao programa Roda Viva, em 1996, Eduardo Gianetti da Fonseca faz uma pergunta cujo preâmbulo é uma tentativa de síntese da obra do compositor, cantor e escritor baiano. Por um lado, diz o economista, há nessa obra a defesa de parâmetros civilizados na convivência pública brasileira – no trânsito, na política, na organização econômica. Por outro, a celebração de um “coração iorubá”, uma “alma selvagem” feita de “espontaneidade” e “alegria de viver”. A fala é um elogio à busca por um “trópico utópico”, mas traz a desconfiança de que as esferas da ordem e da alegria não possam conviver na vida civil: “Eu temo que a civilização entristeça a alma humana. À medida que o Brasil se civiliza, nós vamos perder aos poucos (…) essa vitalidade emocional, essa coisa fantástica que ainda está viva”.

Nos anos 1990, Caetano deu duas respostas importantes ao dilema. A primeira foi no próprio Roda Viva, ao afirmar que nossa “riqueza no modo de ser” permite evitar o caminho da mera adesão cultural, buscando incorporar os “dados universais da civilização” para fazer deles “algo que não foi feito ainda.” A segunda, que elaborou mais longamente a proposta, foi o livro “Verdade Tropical” (1997). Um de seus capítulos, “Narciso em Férias”, acaba de ganhar uma edição à parte (Companhia das Letras, 168 págs.), aproveitando a estreia de um documentário homônimo dirigido por Ricardo Calil e Renato Terra.

Trecho de texto publicado no Valor Econômico, 13/11/2020. Íntegra aqui.

Fim de semana

Um romance – The Death of Jesus, JM Coetzee (Vintage, 199 págs.).

Uma releitura – 234, Dalton Trevisan (Record, 128 págs.).

Um artigo – Rebecca Mead sobre Artemisa Gentileschi (aqui)

Um filme – Babenco, Barbara Paz.

Um disco – Vida Amorosa que Segue, Lulina.

Fim de semana

Um livro – A República das Milícias, Bruno Paes Manso (Todavia, 298 págs.).

Uma releitura – Narciso em Férias, Caetano Veloso (Companhia das Letras, 168 págs.).

Um artigo – Casey Cep sobre Faulkner e racismo (aqui).

Uma entrevista – Benjamin Teitelbaum sobre direita e tradicionalismo (aqui).

Um filme datado – On the Rocks, Sofia Coppola.

Fim de semana

Um disco – Cleo, Charlotte dos Santos.

Um podcast – Retrato Narrado, Carol Pires.

Um romance – O Avesso da Pele, Jeferson Tenório (Companhia das Letras, 192 págs.).

Um filme – Mank, David Fischer.

Uma exposição que fechou – Anna Mazzei, Jaqueline Martins.

Fim de semana + quarentena (36)

Uma série – História da Alimentação no Brasil, Eugênio Puppo.

Um podcast – Praia dos Ossos, Branca Vianna e Flora Thomson-Deveaux.

Um disco – Every Bad, Porridge Radio.

Um texto – Paulo Scott sobre André Penteado e a Revolução Farroupilha (aqui).

Um posfácio – Thomas Pynchon na nova edição de 1984 (Companhia das Letras, 408 págs.).

Fim de semana + quarentena (31)

Uma história – Israel x Emirados Árabes no The Daily.

Um artigo – Henry Kissinger por Thomas Meaney (aqui).

Um doc a favor – Axé, Chico Kertész.

Um disco de 2018 – Record, Tracey Thorn.

Uma nova edição – Herdando uma Biblioteca, Miguel Sanches Neto (Ateliê, 192 págs.).

Fim de semana + quarentena (29)

Um livro – A Fonte da Autoestima, Toni Morrison (Companhia das Letras, 456 págs.).

Um podcast – James Baldwin no Open Source.

Uma série de fotos – A infância de J.M. Coetzee (aqui).

Uma entrevista – Emicida (aqui).

Outra – Deise Ventura sobre Bolsonaro e genocídio (aqui).

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