Feiura e destruição

por Michel Laub

Se há acusação que não pode ser feita ao historiador americano Benjamin Moser, biógrafo de Clarice Lispector e autor do recém lançado e-book “Cemitério da esperança” (Cesárea, tradução de Eduardo Heck de Sá), é a de ser um escritor morno.

Para ele, Brasília é um “asilo gigante” cheio de “inovações banais e contraproducentes”. Seu setor hoteleiro lembra um “centro corporativo barato no subúrbio de Dallas”. As criações de Oscar Niemeyer, que “nunca conseguiu dizer não a um tirano”, parecem “algo que Kim Il Sung teria patrocinado após um namorico com a Cientologia.”

Publicado na Folha de S.Paulo, 7/12/2014. Íntegra aqui.