‘Ninfomaníaca’ e ‘O lobo de Wall Street’

por Michel Laub

Uma vez li um texto, talvez de Pauline Kael, talvez de Roger Ebert, em que o crítico reclamava da falta de sabor de um filme sobre jogo. Se você quer entender um viciado, a resenha dizia, deve admitir e mostrar que algo o levou até ali: o prazer que, em algum ponto antes da inevitável decadência, experimenta quem fuma crack ou ajuda a abrir a padaria para a pinga do café da manhã.

Texto publicado na Folha de S.Paulo, 31/1/2012. Íntegra aqui.