Os últimos dias do Olímpico

por Michel Laub

Há vários cemitérios nas proximidades do estádio Olímpico, em Porto Alegre. Também um crematório e funerárias. Também casas e ruas onde eventualmente alguém infarta, leva um tiro ou é atropelado. Mas o luto que impregna a região por estes dias é mais amplo: um mundo e um tempo estão morrendo à medida que o Grêmio joga suas últimas partidas em sua sede histórica. A partir do fim do ano ela será substituída pela Arena, na zona norte da cidade, e a construção ovalada onde o clube gaúcho fez suas principais campanhas ao longo de 109 anos de existência será implodida.

Trecho de texto publicado na Folha de São Paulo. Íntegra aqui.